25 julho 2013

Vale a pena a reversão da laqueadura ??

Para a mulher que foi submetida a ligadura (laqueadura) tubária, a microcirurgia para reversão das trompas dará chances maiores que uma tentativa de FIV com ICSI, a depender de sua faixa etária, do local onde a sua tuba foi “laqueada”, do tempo de cirurgia, do comprimento das mesmas.

Chamada de salpingoplastia, a reversão é algo complexo realizado em pouca quantidade na rede pública de saúde. Pode ser feita por anastomose tubária microcirúrgica, via laparotomia (método clássico invasivo) ou via laparoscopia (método menos invasivo). "Quanto mais jovem a mulher esterilizada procurar pela reversão, maior é a probabilidade de que ela venha a engravidar no futuro. Quanto menor o tempo de esterilidade, maior é a chance dela engravidar novamente.
O grau de reversibilidade varia de acordo com a lesão que a técnica cirúrgica causou. Laqueaduras feitas com anel plástico ou clipes de titânio (imagem acima) são mais fáceis de reverter. Para as pacientes que foram submetidas à salpingectomia (retirada das trompas), a reversão é impossível.
Após a reversão tubária, em média, as mulheres demoram de seis meses a um ano para conseguir engravidar, se a recanalização das trompas for bem sucedida. Mas o sucesso da cirurgia relaciona-se com muitos fatores como, comprimento e a vitalidade dos segmentos de trompas a serem unidos, idade da mulher no momento da cirurgia para reversão, método utilizado para laqueadura tubária e a presença de outros fatores de infertilidade.
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FABÍOLA PECE comenta: É  um conjunto de fatores agregados que determina o sucesso da reversão, porisso cada caso deve ser analisado individualmente.

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