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14 maio 2013

Nova medicação para Reprodução Assistida diminui estresse de tratamento


Está chegando às clínicas brasileiras de reprodução assistida um novo medicamento que tornará o tratamento menos sofrido para as mulheres, diminuindo o número de injeções necessárias para a fase de estimulação dos ovários. O nome comercial é Elonva.

Normalmente, em processos de reprodução assistida, as mulheres precisam de medicamentos que contribuam para uma maior estimulação ovariana. Cada folículo libera um óvulo, com o qual os médicos posteriormente farão a fertilização. Para isso, a mulher toma injeções diárias no período de 7 a 10 dias. Durante esse período, o médico acompanha o desenvolvimento dos folículos.
O novo medicamento proporciona apenas uma aplicação, diminuindo o desconforto. Pesquisas mostraram que a chance de engravidar a partir desse tratamento é semelhante àquele com doses diárias. Porém, nem todas as pacientes poderão se beneficiar, pois a dose única pode resultar em hiperestímulo ovariano. No caso das várias medicações, é mais fácil manter o controle sobre essa reação. Quando ela aparece, dá tempo do problema ser freado. O mesmo não acontece com a dose única.
Para mulheres jovens, magras ou com ovário policístico não é aconselhável  esta nova medicação porque é o perfil mais comum de desenvolver o hiperestímulo . O Elonva tem a vantagem de diminuir o estresse das pacientes. As novas injeções começaram a ser disponibilizadas há cerca de duas semanas para os laboratórios e poucas pacientes tiveram acesso a elas.
FABÍOLA PECE comenta:  As pesquisas aumentam dia-a-dia muito rapidamente. Mas como exposto acima, são alguns casos que poderão ser beneficiados com a nova medicação. Faça somente o que seu médico orientar. Só ele, em base do seu histórico saberá analisar se você poderá ou não fazer uso dessa medicação.

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