05 março 2013

Hábitos e problemas de saúde que atrapalham sua fertilidade .


Não consegue engravidar? Antes de apelar para a ciência, faça a sua parte, você estará ajudando muito.  Algumas atitudes, embora não garantam óvulos jovens para sempre, previnem o desgaste além do normal. Os ovários dependem de um organismo saudável para funcionar perfeitamente.

Dicas :

· Faça uma dieta equilibrada - pratique exercícios moderadamente, garanta boas horas de sono e consuma poucas doses de álcool e cafeína, que afetam a função ovariana. Também é essencial manter o peso adequado - magreza excessiva e quilos extras comprometem a fertilidade.

· Largue o cigarro o quanto antes. Ele é um dos vilões cientificamente comprovados da fertilidade. ( 13% dos casos de infertilidade estão ligados ao fumo). O tabaco deteriora os óvulos e aumenta os riscos de aborto, de gravidez ectópica (fora do útero) e de menopausa precoce. Além disso, diminuem em 34% as chances de quem tenta uma fertilização in vitro. Se você parar de fumar agora, levará um ano para os maus efeitos serem neutralizados.

· Fique longe de quem fuma: o fumo passivo eleva em 36% o risco de problemas para engravidar nas pessoas expostas mais de 6 horas por dia ao cigarro.

· Visite o ginecologista anualmente. O checkup,  estando em dia, ajuda a diagnosticar problemas como miomas, endometriose e síndrome dos ovários policísticos precocemente, facilitando seu tratamento. Algumas DSTs também são uma ameaça à fertilidade (clamídia e gonorreia).
· Faça a dosagem de hormônios ligados ao funcionamento dos ovários, como o folículo-estimulante e o luteinizante. Analise também o seu perfil fértil, coma avaliação do hormônio antimulleriano, (dará uma ideia da sua reserva de óvulos). Um simples exame de sangue aponta como está o hormônio.
Os principais problemas de quem tenta engravidar e não consegue:

Síndrome dos ovários policísticos (SOP): um desequilíbrio hormonal altera o ciclo menstrual e a ovulação. O tratamento é à base de anticoncepcionais, fertilização in vitro e coito programado, além de controle de peso e exercícios físicos. A SOP está relacionada a resistência à insulina e síndrome metabólica.

Endometriose: o endométrio, camada que recobre a parede interna do útero, se instala em lugares como ovários e intestino. Dor na relação e cólicas são os sintomas. O tratamento inclui remédios e cirurgia para retirar o tecido inadequado.

Obstrução tubária: inflamações e infecções podem interromper o caminho que leva ao útero. A principal causa são infecções por DSTs, como a clamídia. Há cirurgias para corrigir as obstruções.

Miomas: trata-se de tumores benignos que crescem no útero. Estima-se que metade das mulheres manifeste o problema, especialmente a partir dos 40 anos. O tratamento inclui retirada do mioma ou embolização, que interrompe o aporte de sangue e mata o tumor de fome.

Aumento da prolactina: alterações no hormônio que produz leite afetam a menstruação e os ovários. Há medicações para inibir a produção do hormônio.

Problemas nos ovários: um dos mais comuns é a menopausa precoce. Nesses casos, indica-se a fertilização com óvulos doados.
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FABÍOLA PECE comenta: Este caminho muitas vezes já nos reserva surpresas, então muito fácil tentar evitar menos problemas ou pelo menos aqueles que podem ser evitados por nós.

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