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05 outubro 2012

Consumo de tabaco, drogas e álcool



Alguns fatores que afetam diretamente a fertilidade são difíceis de controlar devido à sua natureza viciante. Diminuir ou deixar  de fumar e de beber pode aumentar a probabilidade de engravidar por meios naturais.
O  desejo de ter um filho pode dar-lhe a motivação de que precisa para abandonar estes hábitos ou reduzir o consumo destas substâncias: tabaco, drogas e álcool.
Tabaco
O consumo de tabaco influi tanto a fertilidade feminina como na masculina. No caso das mulheres, o consumo de tabaco pode provocar problemas menstruais, gravidez ectópica e doenças do colo uterino e das trompas . Estudos também mostraram uma relação entre o consumo de tabaco pelas mulheres e resultados insatisfatórios das técnicas de Reprodução Assistida: muitas vezes, os ovários não reagem tão bem aos remédios, o que reduz as taxas de sucesso. Alé do que, é certo que o consumo de tabaco durante a gravidez pode prejudicar a saúde do bébé. Geralmente, os filhos de fumantes nascem com um peso inferior ao normal e o parto é mais difícil. No caso dos homens, o consumo de tabaco pode causar problemas na composição do sémen. Os casais que estão tentando engravidar devem pensar seriamente em deixar de fumar, especialmente aqueles que sofrem de infertilidade sem causa aparente (ESCA) e os homens com uma contagem de espermatozóides que se encontre no limite.,
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Drogas e Álcool
Um consumo elevado de álcool e drogas  ilegais pode muitas vezes  reduzir bastante a qualidade e a quantidade de esperma.
O uso de esteróides anabolizantes tsmbém tem influência negativa  podendo causar esterilidade.
O LSD (tipo de droga)  pode danificar os cromossomas.
O consumo excessivo de álcool pode afectar o desempenho sexual e  pode reduzir a testosterona – hormônio masculino que contribui para a produção de espermatozóides. Este efeito desaparece nos meses seguintes à interrupção do consumo excessivo de drogas e álcool.
No caso das mulheres, o consumo de álcool pode causar ciclos menstruais irregulares e períodos anovulatórios (ciclos sem ovulação). O álcool pode também aumentar o risco de aborto espontâneo e ser responsável por uma série de defeitos congénitos graves, designados por síndroma alcoólico fetal (SAF).
FABÍOLA PECE comenta: Acho que independente de uma gravidez futura, o álcool , o tabaco e as drogas deveriam ser abolidos de nosso cotidiano, pois além destes efeitos citados, existem muitos outros danos a saúde. Agora este raciocínio  deve ser levado muito mais em consideração se o casal deseja ter seus filhos. É uma responsabilidade.

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