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03 outubro 2012

Células-Tronco


São células que conseguem se multiplicar em diversos tecidos do corpo humano e são com a capacidade de dar origem a qualquer tecido do corpo humano.
As células-tronco existem em diversos tecidos: no cordão umbilical e nas células embrionárias e possuem uma capacidade de auto-replicação fascinante. Sua utilização representa a esperança para tratamentos de diversas doenças e lesões como por exemplo:Alzheimer, Mal de Parkinson, Diabetes, Distrofia muscular e Esclerose. O nome célula-tronco é uma tradução do inglês que significa 'stem cell'.

Elas podem ser de natureza adulta ou embrionária. As adultas podem ser obtidas de alguns tecidos humanos. Já as embrionárias somente são localizadas nos embriões humanos. O armazenamento dos cordões umbilicais é importante, pois nele é encontrada uma grande quantidade de células-tronco, importantes para o transplante de medula óssea.


As doenças que mais se beneficiariam com a utilização de células-tronco são: câncer, doenças cardíacas, osteoporose, cegueira, doenças hepáticas e cegueira.
Há muita polêmica em torno disso,opiniões que condenam a utilização das células-tronco, entre elas, a da Igreja Católica. Isso ocorre porque a igreja já considera o embrião como ser humano e para ela já existie vida no momento na concepção.

Lei da Biossegurança

Essa lei autoriza as pesquisas com células-tronco embrionárias, mas isso só é possível com aqueles embriões que estiverem em clínicas de fertilização e que sejam considerados excedentes ou inviáveis, por não conseguirem desenvolver um feto. Continua proibida a manipulação, a comercialização e a produção de embriões tanto para fins terapêuticos ou reprodutivos com base nos princípios constitucionais  do direito à vida e à dignidade dos embriões.

Ela foi sancionada em março de 2005 e a polêmica que surgiu a partir dessa lei é devido à necessidade da retirada do 'botão embrionário' para que se possam explorar as células-tronco. Esse procedimento, atualmente, causa a destruição do embrião. Esse processo não é aprovado por algumas religiões, que afirmam já existir vida no momento na concepção.

As pesquisas somente podem utilizar os embriões que não possuem qualidade para serem implantados nas mulheres, os que contenham alguma mutação genética ou os congelados por mais de três anos. Em todos os casos, é necessário que os pais autorizem este procedimento.

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FABÍOLA PECE  comenta: Por estabelecer um vínculoforte emocionalmente com o seu embrião, o casal passa a viver um problema ético e delicado. O que fazer com os embriões se não planejarmos ter mais filhos? É nesta hora que é oferecido ao casal, a possibilidade de doar os embriões para a pesquisa. Será que o casal tem informação suficiente para decidir o destino daquele material? O embrião que a princípio foi produzido para gerar vida pode virar um órgão e isto seria diferente da clonagem reprodutiva? É preciso que o casal tenha total entendimento desta situação. Ainda  irá existir muita polêmica em torno desta questão.


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