1. Avaliação Inicial:
- Antes de iniciar a estimulação, a paciente passa por uma avaliação completa, que inclui exames de sangue para verificar os níveis hormonais e ultrassonografias para avaliar a reserva ovariana.
- Com base nesses resultados, o médico especialista em fertilidade define o protocolo de estimulação mais adequado para cada caso.
2. Administração de Medicamentos:
- A estimulação ovariana é realizada com o uso de medicamentos hormonais, que podem ser administrados por via oral ou por injeções subcutâneas.
- Os principais medicamentos utilizados são as gonadotrofinas, que estimulam o crescimento dos folículos ovarianos.
- Em alguns casos, também podem ser utilizados medicamentos para bloquear a ovulação espontânea, garantindo que os óvulos sejam coletados no momento ideal.
3. Monitoramento do Crescimento Folicular:
- Durante a estimulação, a paciente é monitorada de perto por meio de ultrassonografias e exames de sangue periódicos.
- Esses exames permitem acompanhar o crescimento dos folículos e ajustar a dose dos medicamentos, se necessário.
4. Indução da Ovulação:
- Quando os folículos atingem o tamanho adequado, é administrado um medicamento para induzir a ovulação.
- Esse medicamento, geralmente o hCG (gonadotrofina coriônica humana), simula o pico do hormônio LH, que desencadeia a liberação dos óvulos.
5. Coleta de Óvulos:
- Cerca de 36 horas após a indução da ovulação, é realizada a coleta dos óvulos.
- O procedimento é feito por meio de punção folicular, guiada por ultrassom transvaginal, e os óvulos coletados são encaminhados para o laboratório de FIV.
Fatores que Influenciam a Estimulação Ovariana:
- A resposta à estimulação ovariana pode variar de mulher para mulher, e alguns fatores podem influenciar o resultado do processo, como:
- Idade da paciente
- Reserva ovariana
- Condições médicas preexistentes
- Estilo de vida
FABÍOLA PECE comenta: É fundamental que a estimulação ovariana seja realizada sob a supervisão de um médico especialista em fertilidade, que irá personalizar o tratamento e acompanhar de perto a resposta da paciente , que varia de uma pessoa para outra.
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