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08 outubro 2013

Problemas mais comuns que dificultam a gravidez:

Aqui estão somente os casos mais comuns que normalmente se ouve mais:

Nas Mulheres
Endometriose – é uma das principais causas de infertilidade feminina. A disfunção é causada porque o tecido do endométrio (camada interna do útero que descama durante as menstruações) cresce fora do útero. Os sintomas da doença são: menstruação com muita cólica, irregular ou com forte sangramento; em muitos casos, há abortos espontâneos de repetição. Para tentar engravidar, é preciso fazer ou tratamentos com medicamentos ou através da laparoscopia para retirar tecidos anormais ou aderências, além de tratamentos de reprodução assistida.
Problemas de ovulação – São distúrbios, geralmente hormonais, que impedem que um óvulo maduro seja liberado pelos ovários. Em geral, a mulher apresenta menstruação irregular ou ausente ou ainda  sangramento leve ou forte demais. O tratamento para engravidar é feito com medicamentos para regular a ovulação, como clomifeno, hormônios estimulantes dos folículos, hCG e, em alguns casos ,a fertilização in vitro (FIV).
Óvulo de baixa qualidade – Quando a  mulher tem óvulos danificados ou com anomalias cromossômicas, impedindo de manter a gestação. Normalmente, a idade tem muita relação com o problema, já que a qualidade dos óvulos cai significativamente a partir dos 35 anos. Não há sintomas relacionados à disfunção e o tratamento é feito com a doação de óvulo ou de embrião (com técnica de fertilização in vitro).
Síndrome dos ovários policísticos – Ocorre por um desequilíbrio hormonal, provocando inúmeros pequenos cistos nos ovários,  impedindo que a ovulação ocorra regularmente. A mulher apresenta menstruação irregular, e em alguns casos, excesso de pêlos, acne e ganho de peso. É realizado um tratamento para melhorar a ovulação, com o uso de clomifeno, hormônios estimulantes dos folículos, além da fertilização in vitro (FIV).
Obstrução nas trompas – Trompas bloqueadas ou danificadas impedem que os óvulos cheguem ao útero e, consequentemente, o espermatozóide ao óvulo. A disfunção é causada por causa de doenças inflamatórias pélvicas, doenças sexualmente transmissíveis, como clamídia, ou laqueadura anteriores. A mulher não tem sintomas aparentes. Para conseguir engravidar, é preciso fazer laparoscopia para abrir as trompas, se possível (quando a área obstruída é pequena). Se a operação não der certo, é recomendado fazer fertilização in vitro (FIV). A situação deve ser avaliada analisando-se alguns fatores como: tamanho da obstrução e idade da mulher.
Nos Homens
Obstruções – Não apresenta sintomas e impedem o transporte dos espermatozoides pelos vasos deferentes. As varicoceles (varizes) nos testículos são a causa mais comum, assim como as DSTs como clamídia ou gonorréia. O tratamento é feito com a cirurgia para as varicoceles ou outro tipo de obstrução. Cerca de 40% dos homens engravidam as parceiras em até um ano após a operação, sendo a maior parte entre seis e nove meses.
Problemas nos espermatozoides – também não há sintomas aparentes. O homem tem contagem baixa ou inexistente de espermatozóides, assim como pouca mobilidade ou formato anormal, podem causar infertilidade. O tratamento é feito com medicamentos para aumentar a produção de espermatozóides. Também é possível fazer a inseminação artificial com espermatozoides de um doador ou fertilização in vitro ( FIV) com injeção dos espermatozóides diretamente no óvulo (ICSI). Sucesso do tratamento: medicamento (25%); inseminação artificia (5% a 20% por ciclo); e ICSI (15% a cada tentativa).

Alergia a espermatozoides – Menos de 10% dos homens e mulheres inférteis tem alguma reação imunológica a espermatozoides. Nos homens, esta alergia é mais comum após uma vasectomia. Não há sintoma e o diagnóstico ainda é confuso. Para o tratamento, são indicados a lavagem de espermatozoides e inseminação artificial, além de tratamentos de reprodução assistida.

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FABÍOLA PECE comenta: Existe  muito mais fatores que dificultam, tanto nos homens quanto nas mulheres, fatores as vezes que em conjunto prejudicam mais. Cada caso deve ser analisado  individualmente  sempre por um especialista em Reprodução Humana.

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