31 janeiro 2013

Quatro problemas ginecológicos que dificultam a gravidez


Quatro doenças ginecológicas são as grandes vilãs pela dificuldade de engravidar. A consulta rotineira com um ginecologista é recomendada a todas as mulheres, pois somente o médico, por meio de exames específicos, pode identificar a existência dessas doenças e indicar os tratamentos adequados para cada caso.

Miomas uterinos - Tumor benigno localizado no útero. Atinge mulheres em período reprodutivo e os sintomas mais comuns são o aumento do fluxo menstrual e dores na região pélvica. Nem sempre a existência do mioma significa que a mulher é infértil, tudo depende do local onde ele está localizado e do seu tamanho, que podem ser verificados por exames ginecológicos de rotina ou ultrassonografia. O tratamento é feito com injeções de anticoncepcionais específicas e, em casos mais graves, cirurgia para a remoção do tumor.
Síndrome dos ovários policísticos - A doença é provocada pela alta produção de andrógenos, os chamados hormônios masculinos. Esse desequilíbrio hormonal pode afetar a fertilidade, trazer alterações na menstruação e aumento de pelos no rosto e na região do abdome. A testosterona produzida pela mulher pode resultar um defeito na ação dos hormônios do ovário e impedirem a ovulação. O diagnóstico é feito pelo ultrassom ginecológico e por exames laboratoriais. O tratamento é bem simples: aplica-se via oral o clomifeno - uma substância que induz a ovulação - durante os cinco primeiros dias do ciclo menstrual. Em algumas mulheres o resultado é imediato, em outras é preciso que se cuide do problema até a menopausa.
Menopausa precoce - Trata-se do término do funcionamento ovariano - hormonal e reprodutivo - em mulheres com menos de 40 anos de idade. Os motivos são variados, mas podem estar relacionadas a causas genéticas, imunológicas e iatrogênicas (cirurgia, quimioterapia ou radioterapia). Os sintomas são os mesmos do período do climatério (aquele que antecede a menopausa, em que o organismo da mulher deixa de produzir quantidades ideais hormônios femininos) como ausência de menstruação, ondas de intenso calor, perda da fertilidade, diminuição da lubrificação vaginal, insônia e irritabilidade. O tratamento consiste na terapia de reposição hormonal (TRH) via oral de estrogênio e progesterona. A duração depende das respostas do organismo de cada paciente.
Endometriose - Consiste na presença do endométrio (camada interna do útero que é renovada mensalmente pela menstruação) em locais fora do útero. Pode estar relacionada a causas genéticas, hormonais ou imunológicas. Os sintomas mais comuns são cólica intensa, dor durante a relação sexual, alterações intestinais durante a menstruação e dificuldades para engravidar. A infertilidade costuma atingir pacientes em estágio mais avançado da doença, quando o endométrio causa uma obstrução na tuba uterina e impede o óvulo de chegar ao espermatozoide. Nos casos leves, o tratamento é feito com anticoncepcionais, via oral ou injetável. Já nos avançados, é feita uma cirurgia chamada laparoscopia ginecológica, com a incisão de um telescópio através do umbigo. Esse instrumento é capaz de visualizar os órgãos internos do abdome e pelve e corrigir os problemas encontrados.
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FABÍOLA PECE comenta: Se a mulher sempre mantiver seus exames rotineiros em ordem não será pega de surpresa. Porisso a importância de se cuidar corretamente.

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